<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comentários sobre: Artigo prometido: &#8220;Morto ou vivo?&#8221; — parte 1</title>
	<atom:link href="http://www.dot20.com.br/2008/12/21/artigo-prometido-morto-ou-vivo-%e2%80%94-parte-1/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.dot20.com.br/2008/12/21/artigo-prometido-morto-ou-vivo-%e2%80%94-parte-1/?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=artigo-prometido-morto-ou-vivo-%25e2%2580%2594-parte-1</link>
	<description>rolando dados de 20 lados</description>
	<lastBuildDate>Fri, 30 Jul 2010 05:09:53 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=abc</generator>
	<item>
		<title>Por: Tek</title>
		<link>http://www.dot20.com.br/2008/12/21/artigo-prometido-morto-ou-vivo-%e2%80%94-parte-1/comment-page-1/#comment-1202</link>
		<dc:creator>Tek</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Dec 2008 20:15:44 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.dot20.com.br/?p=653#comment-1202</guid>
		<description>Fora que o Sarney tá aí até hoje, e ainda coisas daquela época ainda são realidade, não só política e economicamente... :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fora que o Sarney tá aí até hoje, e ainda coisas daquela época ainda são realidade, não só política e economicamente&#8230; <img src='http://www.dot20.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Leonel Domingos</title>
		<link>http://www.dot20.com.br/2008/12/21/artigo-prometido-morto-ou-vivo-%e2%80%94-parte-1/comment-page-1/#comment-1192</link>
		<dc:creator>Leonel Domingos</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Dec 2008 12:56:03 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.dot20.com.br/?p=653#comment-1192</guid>
		<description>Compreendi, Nibelung. Obrigado pela dica, espero que ninguém encare o artigo como idiota só porque ele foi escrito pensando em AD&amp;D.

Mas dá no mesmo, compreende? O texto foi colocado para falar sobre o impacto de um elemento fictício como realidade no cenário. O que você citou como solução para o problema da ressurreição não aborda esse aspecto.

Ah, quer saber? Deixa pra lá. Eu já estou começando a me sentir um papagaio, repetindo sempre a mesma ladainha.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Compreendi, Nibelung. Obrigado pela dica, espero que ninguém encare o artigo como idiota só porque ele foi escrito pensando em AD&amp;D.</p>
<p>Mas dá no mesmo, compreende? O texto foi colocado para falar sobre o impacto de um elemento fictício como realidade no cenário. O que você citou como solução para o problema da ressurreição não aborda esse aspecto.</p>
<p>Ah, quer saber? Deixa pra lá. Eu já estou começando a me sentir um papagaio, repetindo sempre a mesma ladainha.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Metal Sonic</title>
		<link>http://www.dot20.com.br/2008/12/21/artigo-prometido-morto-ou-vivo-%e2%80%94-parte-1/comment-page-1/#comment-1190</link>
		<dc:creator>Metal Sonic</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Dec 2008 11:20:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.dot20.com.br/?p=653#comment-1190</guid>
		<description>Achei o texto bem fraco comparado ao que geralmente é postado aqui...

Eu acho que a boa parte desses problemas não existiriam numa ambientação onde a Ressurreição é normal, a lei se adaptaria a isso. 

Um Rei não poderia ser coroado enquanto o ritual de Ressurreição do finado não for executado (com sucesso ou não), o matrimônio não se daria por encerrado se houvesse a possibilidade de Ressurreição, ectc, tudo isso seria previsto pela lei, e esta iria variar de acordo com a &quot;banalização&quot; desse recurso, que eu acho totalmente sem graça. 

O único porém que eu dou são a Magias de Ressurreição que só podem ser usadas no máximo até poucas Rodadas após a morte do Personagem, bom para salvar PJs mortos por rolagem azaradas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Achei o texto bem fraco comparado ao que geralmente é postado aqui&#8230;</p>
<p>Eu acho que a boa parte desses problemas não existiriam numa ambientação onde a Ressurreição é normal, a lei se adaptaria a isso. </p>
<p>Um Rei não poderia ser coroado enquanto o ritual de Ressurreição do finado não for executado (com sucesso ou não), o matrimônio não se daria por encerrado se houvesse a possibilidade de Ressurreição, ectc, tudo isso seria previsto pela lei, e esta iria variar de acordo com a &#8220;banalização&#8221; desse recurso, que eu acho totalmente sem graça. </p>
<p>O único porém que eu dou são a Magias de Ressurreição que só podem ser usadas no máximo até poucas Rodadas após a morte do Personagem, bom para salvar PJs mortos por rolagem azaradas.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Nibelung</title>
		<link>http://www.dot20.com.br/2008/12/21/artigo-prometido-morto-ou-vivo-%e2%80%94-parte-1/comment-page-1/#comment-1187</link>
		<dc:creator>Nibelung</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Dec 2008 07:25:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.dot20.com.br/?p=653#comment-1187</guid>
		<description>Leonel, eu sei que o texto é antigo. Tem a data no cabeçalho, oras. Só citei o fato de que boa parte desses problemas foram percebidos pelos game designers das edições mais recentes, e tentaram corrigí-los. Alguns com sucesso, outros não. 

O caso é que tem muita gente que não chegou a jogar AD&amp;D. Aí podem tratar o texto como idiota pelo simples fato de que o autor &quot;está falando besteira sem ler o livro&quot; ou algo assim. Por isso que chamei a matéria de &quot;atrasada&quot;. Há alguns problemas que persistem até hoje, como esse efeito de curas e regeneração que você comentou. Estes assuntos não ficaram datados. Ressurreição como panacéia universal, sim. 

Seria o equivalente a ver um programa do Casseta e Planeta fazendo piada com o Sarney. Era relevante na época, hoje não mais. :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Leonel, eu sei que o texto é antigo. Tem a data no cabeçalho, oras. Só citei o fato de que boa parte desses problemas foram percebidos pelos game designers das edições mais recentes, e tentaram corrigí-los. Alguns com sucesso, outros não. </p>
<p>O caso é que tem muita gente que não chegou a jogar AD&amp;D. Aí podem tratar o texto como idiota pelo simples fato de que o autor &#8220;está falando besteira sem ler o livro&#8221; ou algo assim. Por isso que chamei a matéria de &#8220;atrasada&#8221;. Há alguns problemas que persistem até hoje, como esse efeito de curas e regeneração que você comentou. Estes assuntos não ficaram datados. Ressurreição como panacéia universal, sim. </p>
<p>Seria o equivalente a ver um programa do Casseta e Planeta fazendo piada com o Sarney. Era relevante na época, hoje não mais. <img src='http://www.dot20.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Leonel Domingos</title>
		<link>http://www.dot20.com.br/2008/12/21/artigo-prometido-morto-ou-vivo-%e2%80%94-parte-1/comment-page-1/#comment-1182</link>
		<dc:creator>Leonel Domingos</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Dec 2008 21:15:21 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.dot20.com.br/?p=653#comment-1182</guid>
		<description>Ah, é... Shido:

Pois é... vou cortar/editar/colar aqui uma postagem que fiz na UdV, quando conversava com o Kenku:

Curar-se. Faz algum sentido que isso demore? Sim... todo o sentido. Tem alguma vantagem em ser demorado, na estória? Também! Do ponto de vista dramático é interessante... do ponto de vista visual/desafio também é interessante. Cá entre nós, eu vejo muito mais graça em um filme do &quot;duro de matar&quot; McLane do que um filme do 007, principalente por que McLane se ferra bonito durante o filme. Ele fica todo estropiado, mas segue adiante assim mesmo! 007 nem desarruma o penteado. Não sei quanto a vocês, mas para mim isso é ridículo.

Acho bastante interessante, desafiador para o jogador, lidar com o tempo de cura, com as seqüelas, com mudanças que irão refletir realmente no personagem. 

Regeneração de membros: Para mim... precisam ser extremamente difíceis, extremamente caros, impossíveis talvez, etc... Por quê?

Primeiro, porque... imaginem um mundo onde a regeneração é tão simples. De onde veio aquele oficial veterano, general sei lá das quantas, que usa tapa-olho? Por que, diabos, aquele vilão tem um gancho na mão?

Segundo, porque é um tempero a mais também para os personagens, interpretar o aventureiro veterano que já se ferrou por aí, e perdeu um membro.

Talvez eu tenha esta visão por conta de já ter desenhado alguns quadrinhos na vida. Certamente a regra dos quadrinhos pode ser aplicada: É um erro comum, entre quadrinistas iniciantes, tentar fazer todos os seus personagens &quot;bonitos&quot;. Mas um mundo onde todos são bonitos, onde tudo é perfeito, é um mundo muito chato para se contar uma estória. A graça está na variedade. E, acreditem, os defeitos, tiques, particularidades, enfim... o que torna os personagens diferentes também os torna memoráveis.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ah, é&#8230; Shido:</p>
<p>Pois é&#8230; vou cortar/editar/colar aqui uma postagem que fiz na UdV, quando conversava com o Kenku:</p>
<p>Curar-se. Faz algum sentido que isso demore? Sim&#8230; todo o sentido. Tem alguma vantagem em ser demorado, na estória? Também! Do ponto de vista dramático é interessante&#8230; do ponto de vista visual/desafio também é interessante. Cá entre nós, eu vejo muito mais graça em um filme do &#8220;duro de matar&#8221; McLane do que um filme do 007, principalente por que McLane se ferra bonito durante o filme. Ele fica todo estropiado, mas segue adiante assim mesmo! 007 nem desarruma o penteado. Não sei quanto a vocês, mas para mim isso é ridículo.</p>
<p>Acho bastante interessante, desafiador para o jogador, lidar com o tempo de cura, com as seqüelas, com mudanças que irão refletir realmente no personagem. </p>
<p>Regeneração de membros: Para mim&#8230; precisam ser extremamente difíceis, extremamente caros, impossíveis talvez, etc&#8230; Por quê?</p>
<p>Primeiro, porque&#8230; imaginem um mundo onde a regeneração é tão simples. De onde veio aquele oficial veterano, general sei lá das quantas, que usa tapa-olho? Por que, diabos, aquele vilão tem um gancho na mão?</p>
<p>Segundo, porque é um tempero a mais também para os personagens, interpretar o aventureiro veterano que já se ferrou por aí, e perdeu um membro.</p>
<p>Talvez eu tenha esta visão por conta de já ter desenhado alguns quadrinhos na vida. Certamente a regra dos quadrinhos pode ser aplicada: É um erro comum, entre quadrinistas iniciantes, tentar fazer todos os seus personagens &#8220;bonitos&#8221;. Mas um mundo onde todos são bonitos, onde tudo é perfeito, é um mundo muito chato para se contar uma estória. A graça está na variedade. E, acreditem, os defeitos, tiques, particularidades, enfim&#8230; o que torna os personagens diferentes também os torna memoráveis.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Leonel Domingos</title>
		<link>http://www.dot20.com.br/2008/12/21/artigo-prometido-morto-ou-vivo-%e2%80%94-parte-1/comment-page-1/#comment-1181</link>
		<dc:creator>Leonel Domingos</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Dec 2008 20:53:33 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.dot20.com.br/?p=653#comment-1181</guid>
		<description>Nibelung:

Bem... o texto é de 96.
Mas eu não o coloquei para discutir regras de jogo. Eu coloquei porque, no texto, o que o autor justamente aborda é como uma realidade que é alienígena para nós (não existe ressurreição comprovada em NOSSA realidade) não pode ser colocada dentro de uma estória como se fosse um lugar comum, sem que hajam considerações sobre como isso afetaria AQUELA REALIDADE.

Então, citando o caso que você apresentou sobre a possibilidade de ressurreição apenas a quem cumpriu seu destino... isso pode ser uma questão válida para o mestre do jogo, uma explicação de porque ele deixou ou não deixou alguém ressuscitar. Mas DENTRO do jogo, para quem está à volta... a explicação &quot;ah... eu voltei porque ainda tenho um destino a cumprir&quot; é suficiente para que todos na sociedade aceitem que um morto voltou à vida?

Então, deixem-me abrir um pequeno parêntesis, só para explicar melhor minha posição, já que esta explicação poderá ser útil no futuro, quando novamente as regras e a conceituação de cenário se esbarrarem em algum comentário meu:

(Eu não gosto de me apoiar na mecânica. Regras da 3ª edição, 4ª edição, GURPS, Falkenstein, WoD, o que seja... tanto faz.
A mecânica de um jogo serve apenas para simular os efeitos da natureza no cenário (fenômenos que explicamos, em nossa realidade, através da física e química, e fenômenos que sequer explicamos, em nossa realidade). Então, como o cenário é MEU, EU sou o narrador e a MINHA descrição vai ser o que os jogadores vêem, o sistema PRECISA ter conformidade com a MINHA INTERPRETAÇÃO DO CENÁRIO. Se em algum momento os resultados que o sistema apresenta não está de acordo com a MINHA VISÃO do cenário, quem tem que dançar é o sistema, pois ele é uma ferramenta de apoio, não um propósito em si.
Por isso eu apóio o uso de sistemas &quot;mamutes&quot;, que incluam um método fácil para que eles sejam ajustados e se adequem ao cenário.
O D20 não é assim. Nem o Falkenstein... eu gosto muito do sistema Falkenstein, ele é elegante e cobre muito bem minhas necessidades de narrativa, mas ele não é um sistema mamute.

Então, desconfiem sempre que eu enviar qualquer coisa. Eu não estarei falando das regras do sistema, porque uma boa estória depende de outros fatores)

Ok... depois do parêntesis, voltemos ao lance: Esqueça o que o Michael fala sobre sistema, volte aos artigos que fizeram com que este fosse levado à baila (o artigo sobre cidades do Nume, sobre natural x sobrenatural do Shido, as respostas sobre cidade e magia que eu fiz), e leia as discussões. Volte a este artigo e releia, mas agora levando em conta o impacto de um elemento alienígena (no caso, ressurreição comprovada e relativamente ao alcance de todos) sobre aquela sociedade e sobre as leis naturais.

Depois extrapole o conceito, para aplicá-lo a qualquer coisa no cenário.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nibelung:</p>
<p>Bem&#8230; o texto é de 96.<br />
Mas eu não o coloquei para discutir regras de jogo. Eu coloquei porque, no texto, o que o autor justamente aborda é como uma realidade que é alienígena para nós (não existe ressurreição comprovada em NOSSA realidade) não pode ser colocada dentro de uma estória como se fosse um lugar comum, sem que hajam considerações sobre como isso afetaria AQUELA REALIDADE.</p>
<p>Então, citando o caso que você apresentou sobre a possibilidade de ressurreição apenas a quem cumpriu seu destino&#8230; isso pode ser uma questão válida para o mestre do jogo, uma explicação de porque ele deixou ou não deixou alguém ressuscitar. Mas DENTRO do jogo, para quem está à volta&#8230; a explicação &#8220;ah&#8230; eu voltei porque ainda tenho um destino a cumprir&#8221; é suficiente para que todos na sociedade aceitem que um morto voltou à vida?</p>
<p>Então, deixem-me abrir um pequeno parêntesis, só para explicar melhor minha posição, já que esta explicação poderá ser útil no futuro, quando novamente as regras e a conceituação de cenário se esbarrarem em algum comentário meu:</p>
<p>(Eu não gosto de me apoiar na mecânica. Regras da 3ª edição, 4ª edição, GURPS, Falkenstein, WoD, o que seja&#8230; tanto faz.<br />
A mecânica de um jogo serve apenas para simular os efeitos da natureza no cenário (fenômenos que explicamos, em nossa realidade, através da física e química, e fenômenos que sequer explicamos, em nossa realidade). Então, como o cenário é MEU, EU sou o narrador e a MINHA descrição vai ser o que os jogadores vêem, o sistema PRECISA ter conformidade com a MINHA INTERPRETAÇÃO DO CENÁRIO. Se em algum momento os resultados que o sistema apresenta não está de acordo com a MINHA VISÃO do cenário, quem tem que dançar é o sistema, pois ele é uma ferramenta de apoio, não um propósito em si.<br />
Por isso eu apóio o uso de sistemas &#8220;mamutes&#8221;, que incluam um método fácil para que eles sejam ajustados e se adequem ao cenário.<br />
O D20 não é assim. Nem o Falkenstein&#8230; eu gosto muito do sistema Falkenstein, ele é elegante e cobre muito bem minhas necessidades de narrativa, mas ele não é um sistema mamute.</p>
<p>Então, desconfiem sempre que eu enviar qualquer coisa. Eu não estarei falando das regras do sistema, porque uma boa estória depende de outros fatores)</p>
<p>Ok&#8230; depois do parêntesis, voltemos ao lance: Esqueça o que o Michael fala sobre sistema, volte aos artigos que fizeram com que este fosse levado à baila (o artigo sobre cidades do Nume, sobre natural x sobrenatural do Shido, as respostas sobre cidade e magia que eu fiz), e leia as discussões. Volte a este artigo e releia, mas agora levando em conta o impacto de um elemento alienígena (no caso, ressurreição comprovada e relativamente ao alcance de todos) sobre aquela sociedade e sobre as leis naturais.</p>
<p>Depois extrapole o conceito, para aplicá-lo a qualquer coisa no cenário.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: valberto</title>
		<link>http://www.dot20.com.br/2008/12/21/artigo-prometido-morto-ou-vivo-%e2%80%94-parte-1/comment-page-1/#comment-1180</link>
		<dc:creator>valberto</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Dec 2008 19:54:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.dot20.com.br/?p=653#comment-1180</guid>
		<description>Esse foi o texto que me provou que valia  à pena comprar a Dragon magazine. Se puder, coloque a da infravisão tb.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Esse foi o texto que me provou que valia  à pena comprar a Dragon magazine. Se puder, coloque a da infravisão tb.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Shido Vicious</title>
		<link>http://www.dot20.com.br/2008/12/21/artigo-prometido-morto-ou-vivo-%e2%80%94-parte-1/comment-page-1/#comment-1178</link>
		<dc:creator>Shido Vicious</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Dec 2008 19:19:31 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.dot20.com.br/?p=653#comment-1178</guid>
		<description>É esse o problema: os desenvolvedores do jogo focam-se no aspecto &quot;porrada!&quot; do mesmo, aproveitam-se na existência de elementos sobrenaturais para inserir um recurso de &quot;Insert coin to continue&quot; -- e páram por aí, sem sequer dar consideração ao fato de que existe um mundo funcional além dos corredores da masmorra. 

Há um texto do Monte Cook -- quando puser, posso localizá-lo e traduzir, se for o caso -- em que ele explicita que acha bacanas alguns elementos em seus jogos, e que não abriria mão deles -- heróis veteranos com cicatrizes de batalha, castelos com altas muralhas. Segundo ele, há magias no jogo que, quando se analisa, impossibilitam estes elementos -- regenerações acabam com cicatrizes, certas evocações simplesmente deixariam muralhas obsoletas enquanto defesa. Como ele resolve? Elimina as magias. 

Fica-se, penso eu, entre a cruz e a espada. Se se quiser um mundo similar à realidade como conhecemos, de modo a facilitar reconhecimento/familiariedade, a magia tem de ceder -- mesmo que ela seja difundida e comum, deve perder poder bruto. Se se quiser uma magia &quot;almighty&quot;, o mundo deve ser ajustado para funcionar levando isso em conta -- e o resultado pode ser mais alienígena do que a maioria dos jogadores acharia confortável.

Claro que há a terceira via: sacrifique a verossimilhança. Isso vai de cada um, mas, ao menos para mim, essa terceira opção não é válida.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É esse o problema: os desenvolvedores do jogo focam-se no aspecto &#8220;porrada!&#8221; do mesmo, aproveitam-se na existência de elementos sobrenaturais para inserir um recurso de &#8220;Insert coin to continue&#8221; &#8212; e páram por aí, sem sequer dar consideração ao fato de que existe um mundo funcional além dos corredores da masmorra. </p>
<p>Há um texto do Monte Cook &#8212; quando puser, posso localizá-lo e traduzir, se for o caso &#8212; em que ele explicita que acha bacanas alguns elementos em seus jogos, e que não abriria mão deles &#8212; heróis veteranos com cicatrizes de batalha, castelos com altas muralhas. Segundo ele, há magias no jogo que, quando se analisa, impossibilitam estes elementos &#8212; regenerações acabam com cicatrizes, certas evocações simplesmente deixariam muralhas obsoletas enquanto defesa. Como ele resolve? Elimina as magias. </p>
<p>Fica-se, penso eu, entre a cruz e a espada. Se se quiser um mundo similar à realidade como conhecemos, de modo a facilitar reconhecimento/familiariedade, a magia tem de ceder &#8212; mesmo que ela seja difundida e comum, deve perder poder bruto. Se se quiser uma magia &#8220;almighty&#8221;, o mundo deve ser ajustado para funcionar levando isso em conta &#8212; e o resultado pode ser mais alienígena do que a maioria dos jogadores acharia confortável.</p>
<p>Claro que há a terceira via: sacrifique a verossimilhança. Isso vai de cada um, mas, ao menos para mim, essa terceira opção não é válida.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Nibelung</title>
		<link>http://www.dot20.com.br/2008/12/21/artigo-prometido-morto-ou-vivo-%e2%80%94-parte-1/comment-page-1/#comment-1177</link>
		<dc:creator>Nibelung</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Dec 2008 19:17:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.dot20.com.br/?p=653#comment-1177</guid>
		<description>Eu acho que o texto está bem atrasado. É sempre bom ler matérias desse naipe, mas boa parte dos problemas citados foram solucionados na 3ª e 4ª edição do jogo. 

Na 3ª edição, o ressuscitado apenas sabe qual deus patrono está tentando ressuscitá-lo. Ele tem a opção de permanecer morto se assim o desejar. É o caso dos criminosos que foram mortos e que poderiam ser ressuscitados. Ele não vão querer ressuscitar pra ficarem presos pelo resto da vida. 

Na 4ª edição, apenas as criaturas que &quot;não cumpriram seu destino&quot; podem ser ressuscitadas. Na maioria absoluta dos casos, este grupo é composto apenas pelos personagens dos jogadores. Um rei nobre e justo falece, mas sua parte na grande roda do destino já tinha sido feita, e os deuses não abrem mão de sua alma. 

Independente da versão do sistema, sempre há o risco do vilão matar TODO o grupo de jogadores, não sobrando ninguém para ressuscitá-los. E mesmo que um ou outro sobreviva, em níveis médios e baixos, ainda devem ser capazes de levar os corpos para um clérigo. Não confiaria que meu meio-orc de 150 kg e usando uma armadura completa seria salvo pelo halfling ladino de Força 10.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu acho que o texto está bem atrasado. É sempre bom ler matérias desse naipe, mas boa parte dos problemas citados foram solucionados na 3ª e 4ª edição do jogo. </p>
<p>Na 3ª edição, o ressuscitado apenas sabe qual deus patrono está tentando ressuscitá-lo. Ele tem a opção de permanecer morto se assim o desejar. É o caso dos criminosos que foram mortos e que poderiam ser ressuscitados. Ele não vão querer ressuscitar pra ficarem presos pelo resto da vida. </p>
<p>Na 4ª edição, apenas as criaturas que &#8220;não cumpriram seu destino&#8221; podem ser ressuscitadas. Na maioria absoluta dos casos, este grupo é composto apenas pelos personagens dos jogadores. Um rei nobre e justo falece, mas sua parte na grande roda do destino já tinha sido feita, e os deuses não abrem mão de sua alma. </p>
<p>Independente da versão do sistema, sempre há o risco do vilão matar TODO o grupo de jogadores, não sobrando ninguém para ressuscitá-los. E mesmo que um ou outro sobreviva, em níveis médios e baixos, ainda devem ser capazes de levar os corpos para um clérigo. Não confiaria que meu meio-orc de 150 kg e usando uma armadura completa seria salvo pelo halfling ladino de Força 10.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Arquimago</title>
		<link>http://www.dot20.com.br/2008/12/21/artigo-prometido-morto-ou-vivo-%e2%80%94-parte-1/comment-page-1/#comment-1176</link>
		<dc:creator>Arquimago</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Dec 2008 17:24:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.dot20.com.br/?p=653#comment-1176</guid>
		<description>Desculpe, na pressa digitei errado... o certo é Ressurreição...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Desculpe, na pressa digitei errado&#8230; o certo é Ressurreição&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Arquimago</title>
		<link>http://www.dot20.com.br/2008/12/21/artigo-prometido-morto-ou-vivo-%e2%80%94-parte-1/comment-page-1/#comment-1175</link>
		<dc:creator>Arquimago</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Dec 2008 17:23:03 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.dot20.com.br/?p=653#comment-1175</guid>
		<description>Oba! O Primeiro!!!

Cara que artigos fodastico!!!!

Muito bem escrito com perguntas bem colocadas e importante, e sobre só uma questão, uma unica magia!!!

Agora entendo melhor porque a Resureição nos Reinos de Ferro só pode ser lançada por um unico personagem, o &quot;Papa&quot; do Irmão Bondoso.

Mal posso esperar pelo próximo artigo!!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oba! O Primeiro!!!</p>
<p>Cara que artigos fodastico!!!!</p>
<p>Muito bem escrito com perguntas bem colocadas e importante, e sobre só uma questão, uma unica magia!!!</p>
<p>Agora entendo melhor porque a Resureição nos Reinos de Ferro só pode ser lançada por um unico personagem, o &#8220;Papa&#8221; do Irmão Bondoso.</p>
<p>Mal posso esperar pelo próximo artigo!!!!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
